Caio apresenta balanço de ações promovidas no primeiro semestre de 2017 | Vereador Caio Cunha

Caio apresenta balanço de ações promovidas no primeiro semestre de 2017

13 de Julho de 2017 | 85 visualizações | Por: Caio Cunha | Atualizado em: 11 de Dezembro de 2017
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Indicadores apresentados pelo parlamentar apontam representatividade de 12% das indicações e 7% dos projetos orquestrados na Casa de Leis; no mesmo período, parlamentar conseguiu dar andamento às tratativas de regulamentação do aplicativo Uber na cidade e ver os resultados de sua articulação na criação do Polo Digital.

Nos primeiros seis meses de 2017, o vereador Caio Cunha (PV) apresentou 266 indicações e ofícios, além de representar 7% dos Projetos de Lei da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Neste mesmo período, o verde conseguiu dar andamento às tratativas de regulamentação do aplicativo Uber na cidade, ver os resultados de sua articulação na criação do Polo Digital de Mogi das Cruzes e se tornar referência no Legislativo quanto ao seu mandato colaborativo.

Os indicadores apresentados pelo parlamentar apontam que, entre janeiro e junho deste ano, foram elaborados 266 indicações e ofícios; dois requerimentos; nove Projetos de Lei; uma moção de aplauso; e seis Anteprojetos. Resultando, por exemplo, na representatividade de 12% das indicações e 7% dos projetos orquestrados na Casa de Leis.

Recentemente, o vereador, que havia idealizado um Polo Digital para o município em 2015, teve o prestígio de ver seu trabalho de articulação para a criação de um equipamento tecnológico ganhar contorno e se tornar um projeto referência na região do Alto Tietê:

“Nossos esforços para tirar do papel o Polo Digital tiveram resultado. Na mesma linha ideológica, a Prefeitura de Mogi permanece visitando espaços de inovação, como incubadoras, aceleradoras e parques tecnológicos. Neste meio tempo, trouxemos um mentor de Recife-PE para guiar o início do Polo Digital. Nos juntamos com a galera do Alto Tietê Valley e articulamos junto ao Poder Público a criação do espaço. Tenho orgulho de dizer que o Polo Digital, lançado mês passado, foi fruto de nosso trabalho”, detalhou o mogiano.

Neste ano, o verde solicitou ainda a criação da Comissão Especial de Vereadores (CEV) do aplicativo Uber, visando prosseguir com a regulamentação do transporte individual de passageiros no município. Ao lado dos parlamentares membros da comissão, os vereadores Diego Martins, o Diegão (PMDB); Marcos Furlan (DEM); e Mauro de Assis Margarido, o Maurinho do Despachante (PSDB), Caio Cunha definiu os últimos detalhes do Anteprojeto de Lei, que já foi encaminhado à Prefeitura.

O parlamentar ofereceu destaque também para o seu projeto que solicita a disponibilização de um curso básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no Centro Municipal de Apoio à Educação de Jovens e Adultos (Crescer), da Secretaria Municipal de Educação. Outro trabalho de sucesso foi o Projeto de Lei Complementar que proíbe a utilização de fogos de artifício com estampido. Inclusive, a iniciativa recebeu aval da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mogi das Cruzes e está sendo aderido por outros parlamentares das cidades do Alto Tietê.

“Nestes seis meses, apresentamos muitos projetos. Como exemplo, temos o ‘Imóveis Ecológicos’, que oferece desconto de até 30% no IPTU aos mogianos que adotarem medidas sustentáveis em suas residências; solicitamos a implantação de lixeiras nos comércios da cidade; e, após reivindicarmos, o Poder Executivo sinalizou como positivo a criação de um Comitê Permanente de Acessibilidade, que deverá fiscalizar a acessibilidade em prédios da cidade’, detalhou o vereador.

Mandato Colaborativo

No Alto Tietê, Caio criou o “Politicafé”, que é um grupo regional de vereadores. Nos encontros, os parlamentares têm a premissa de promover agendas coletivas para fomentar políticas públicas, que visam encontrar soluções para os principais problemas da região.

Já em âmbito nacional, Caio organizou uma rede de parlamentares para compartilhar a sua metodologia de mandato colaborativo. O grupo funciona em um formato de rede de compartilhamento de metodologias e de ferramentas que tornam as gestões mais colaborativas. Inclusive, os integrantes têm que ter mandatos baseados nos princípios da transparência, representatividade e participação popular.